terça-feira, 28 de novembro de 2006

Energia Solar e "forças de bloqueio"

Para me ir habituando a escrever neste meu blog mais frequentemente, aqui estou eu com mais algumas achegas às "forças de bloqueio" que em Portugal e na União Europeia insistem em não ver a realidade que actualmente vivemos no nosso planeta:
hoje, nas cercanias do local em que habito, o Sol - essa estrela brilhante que rege todo o nosso planeta - decidiu iluminar-nos com alguma intensidade, talvez para que os fanáticos de alguns sistemas políticos e de algumas religiões tenham mais uma oportunidade de reflectir sobre os investimentos a fazer no presente nas chamadas "energias renováveis".
Como se viu nos últimos dias, ventos fortes provocam chuvadas ainda mais fortes, enxurradas, cheias, um elevado número de dificuldades aos habitantes do planeta. Na minha opinião, a energia eólica serve principalmente os interesses de políticos e de homens de negócios que apenas vêem nas "energias renováveis" uma oportunidade de negócio.
A energia solar, a energia do futuro que poderia estar já muito mais desenvolvida no presente, é um tipo de energia que não interessa aos "interesses instalados" e para compensar isso convencem os políticos a aplicar medidas que a tornam mais cara, encontram muitas maneiras de dificultar a atribuição de licenças de produção e a instalação de painéis solares.
Preocupam-se mais com uma certa viagem que um certo homem anda a fazer na Turquia e que diz ser o seguidor daquele que disse "eu sou a raiz e geração de david, a brilhante Estrela da Manhã" do que em fomentar rápidamente o desenvolvimento da energia do futuro.
Por estes caminhos, dentro de muito poucos anos o planeta sofrerá os efeitos de tantas e tão pequenas tempestades solares que o tornarão quase não-habitável.
Talvez isso tenha de acontecer para que os Novos Inquisidores e os seus seguidores entendam que o falso que comanda o Vaticano e o outro que parece não ter nome e que parece ter um número infindável de duplos que quer expandir-se da antiga Pérsia, estão claramente do lado errado.
Até breve!

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